Carlos Marichal
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Carlos Marichal
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Juan Odisio
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José Antonio Ocampo
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Carlos Alfonso Díaz Martínez
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Bernd Hausberger
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José Flávio Motta, Nelson Nozoe
Felipe Romera Pereira
Este trabalho analisa os programas de mestrado em economia no Brasil e classifica estes em ortodoxo, pluralista-ortodoxo, pluralista, pluralista-heterodoxo ou heterodoxo. Há uma explicação do porquê utilizar cinco categorias ao invés da tríade comum ortodoxo, pluralista, heterodoxo no primeiro artigo. Para realizar essa classificação, analisa cada disciplina obrigatória que o programa ensina. Cataloga esses documentos analisados em uma das três categorias da tríade comum e então cataloga o programa. No total foram 162 ementas analisadas pertencentes a 56 programas de mestrado. Este trabalho não analisa ementas de matemática e econometria pois entende que não é possível classificar esses cursos em uma das categorias da tríade comum. Para classificar as ementas há uma lista de quais assuntos são considerados heterodoxos e quais ortodoxos nas duas disciplinas mais comuns, macroeconomia e microeconomia. Por fim, o trabalho analisa o estudo de outros acadêmicos que fizeram o mesmo trabalho de catalogar os programas brasileiros e encontra resultados diferentes dado que a metodologia de classificação utilizada foi diferente. Nas considerações finais sugere motivos para as diferenças encontradas e levanta questões para trabalhos futuros.
Macleidi Varnier
Dentro do espaço urbano de algumas cidades dos países subdesenvolvidos percebesse a existência de dois circuitos de produção, distribuição e comércio. O circuito superior: é formado pelos bancos, comércio e indústria de exportação, indústrias modernas, serviços modernos, atacadistas e transportadoras. E o circuito inferior: composto principalmente por formas de produção não-capital intensivo, pelos serviços não modernos, e pelo comércio não moderno e de pequena dimensão. Realizamos neste trabalho uma análise da distribuição dos estabelecimentos econômicos em Chapecó-SC, onde buscamos representar as características e os padrões da esfera econômica que podem ser observados no espaço urbano da cidade. Pelo mapeamento desta distribuição, torna-se possível distinguir dentro do espaço urbano chapecoense as áreas onde predominam cada um dos dois circuitos econômicos e suas estratégias.
Lucas Chaves Miquilini, Hoyêdo Nunes Lins
Com alguma presença na literatura sobre a dimensão espacial do desenvolvimento, a problemática das relações cidade-porto ganhou ainda mais interesse no marco da globalização. Esta evoca, entre outros aspectos, pulverização internacional da produção industrial e consequente intensificação dos fluxos comerciais nessa escala, mobilizando e exigindo adaptações nas estruturas portuárias, de uma maneira geral. Como portos não operam em vácuo de interações nos territórios, e frequentemente “dialogam” com tecidos urbanos adjacentes ou aos quais se mostram fortemente ligados, a dinâmica da globalização recoloca com vigor o assunto das relações cidade-porto. O presente estudo se ocupa dessa questão lançando uma olhar exploratório sobre o Município de Paranaguá (PR) e suas instalações portuárias, procurando observar as trajetórias paralelas – a rigor, uma única – da cidade e do porto.
Gerardo Martínez Delgado
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Sergio Luiz Maybuk
Arrigo Amadori
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Danilo André de Andrade, Gabriel Soares Silva, Natalino Henrique Medeiros
Este artigo tem por objetivo analisar o grau de concentração da indústria de transformação do Paraná, estabelecendo uma análise comparativa entre os anos de 2000 e 2012 para os setores de baixa intensidade tecnológica que compreendam as mesorregiões do estado baseando-se nos dados fornecidos pelo CAGED/RAIS do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Para isso construiu-se os índices de razões de concentração (CR), de Hirschman-Herfindahl (HH) e o de Entropia de Theil (ET) que possibilitaram analisar, respectivamente, a participação relativa de setores industriais e os padrões de concentração, no que se refere às alterações que ocorreram nos mercados regionais. Por conseguinte, chegou-se à conclusão de que o Paraná tem enfrentado um processo de desconcentração que atingiu principalmente a mesorregião Metropolitana de Curitiba (MC) e que esse processo tem espraiado alguns setores industriais para as regiões que compreendem o interior do estado, notadamente às mesorregiões Norte Central, Noroeste, Oeste e Sudoeste. Pôde-se observar também, que esse processo foi replicado nas meso e microrregiões adjacentes de acordo com os resultados obtidos.
Rosalina Lima Izepão, Leonardo Antonio Santin Gardenal
A atividade cafeeira teve grande significado no desenvolvimento econômico brasileiro e o seu capital muito contribuiu para a industrialização do País. No caso paranaense, a partir do início da década de 1940, este produto tornou-se o principal gerador da renda interna do Estado. Neste artigo se faz uma análise da atividade cafeeira desenvolvida no Estado do Paraná e a transformações produzidas na estrutura econômica e demográfica paranaense, tanto em sua fase ascendente, 1940 e 1950, como na sua fase descendente 1960 e 1970, com o objetivo de verificar a relação desta cultura com a formação do capital industrial paranaense. O artigo foi estruturado em três seções, além da Introdução e da Conclusão. Na primeira, introdutória ao tema, mostram-se as origens da formação econômica do Paraná, destacando-se as atividades ligadas à mineração, tropeirismo, o mate e à madeira. Na segunda, analisam-se a expansão da cafeicultura no Paraná, destacando-se as características e peculiaridades desta atividade no tocante à geração de mudanças na estrutura econômica e na dinâmica demográfica do Estado. Na terceira, mostram-se a formação industrial do Estado, destacando-se o capital cafeeiro como uma das fontes de financiamento da incipiente indústria do Paraná, na década de 1960. Considerando-se a carência de dados que permitissem uma análise mais aprofundada sobre a correlação entre capital cafeeiro e a formação da indústria paranaense, optou-se, metodologicamente, por fazer uma pesquisa descritiva exploratória, utilizando-se de fontes bibliográficas e documentais. Entende-se que o presente estudo, em razão da já mencionada carência de fontes, é singelo demais, se comparado à relevância do tema, porém, espera-se que possa contribuir para a ampliação da discussão sobre a atividade econômica cafeeira e o seu significado em termos de contribuição ao avanço da industrialização e desenvolvimento do Paraná.
Bruno Milani
O presente artigo visa elucidar a história da formação dos modelos de avaliação de performance aplicados a fundos de investimento, no contexto internacional. As bases para a formação da dicotomia entre risco e retorno, preconizadas por Markowitz (1952), são explicadas. A evolução histórica do modelo CAPM é apresentada e discutida de forma completa, concisa e detalhada, proporcionando uma visão clara, abrangente e de fácil entendimento sobre a formação do pensamento atual sobre avaliação de performance de fundos de investimento. O artigo ainda discute as complementações do modelo CAPM, como a inclusão dos momentos superiores e dos fatores de Fama e French (1993) e Carhart (1997), assim como é feita uma revisão acerca da influência do efeito tamanho. Também é discutido o impacto da recente ascensão do paradigma da sustentabilidade nos fundos de investimento. As conclusões apontam que o modelo CAPM evoluiu muito pouco e a única verdadeira mudança de paradigma é o advento da gestão sustentável.
Emerson Wagner Mainardes, Maria José Carvalho de Souza Domingues
Cláudio H. dos Santos, Fernanda Reginatto Costa
Vitor Augusto Ozaki, Ricardo Shirota
Este trabalho analisa a viabilidade de um seguro agrícola baseado em um índice de produtividade regional na região de Castro, no Estado do Paraná. Em particular estimam-se os seguintes indicadores: redução do risco sistêmico proveniente da aquisição deste tipo de contrato, o nível de cobertura ótimo, a correlação entre a produtividade regional e a produtividade individual, e o impacto do nível de agregação da produtividade nos indicadores relacionados. A análise empírica foi realizada para milho e soja, no período de 1990 a 2002, com dados municipais, e de 1994 a 2003, com dados individuais. Os resultados mostraram que o seguro regional poderia ser utilizado como uma alternativa plausível na região, visto que a maioria dos produtores se beneficiariam de uma relativa redução do risco sistêmico.
Cilene Araújo da Cruz Moro
Carlos Eduardo Soares Gonçalves
Este artigo apresenta um modelo simples no qual parte de uma força de trabalho heterogênea tem a liberdade de migrar de um estado (ou país) atingido por um choque econômico negativo. Tem-se que um governo não-benevolente, e que objetiva simplesmente aumentar sua receita tributária, não pode desconsiderar a “restrição de participação” dos trabalhadores na hora de decidir o tamanho da alíquota de taxação do trabalho. Mostra-se que um choque de prolongada duração pode induzir alíquotas mais elevadas ou mais baixas, dependendo de quão custosa é a opção de deixar o país.
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