Hasil untuk "Translating and interpreting"

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JSON API
S2 Open Access 2025
SAEBench: A Comprehensive Benchmark for Sparse Autoencoders in Language Model Interpretability

Adam Karvonen, C. Rager, Johnny Lin et al.

Sparse autoencoders (SAEs) are a popular technique for interpreting language model activations, and there is extensive recent work on improving SAE effectiveness. However, most prior work evaluates progress using unsupervised proxy metrics with unclear practical relevance. We introduce SAEBench, a comprehensive evaluation suite that measures SAE performance across eight diverse metrics, spanning interpretability, feature disentanglement and practical applications like unlearning. To enable systematic comparison, we open-source a suite of over 200 SAEs across eight recently proposed SAE architectures and training algorithms. Our evaluation reveals that gains on proxy metrics do not reliably translate to better practical performance. For instance, while Matryoshka SAEs slightly underperform on existing proxy metrics, they substantially outperform other architectures on feature disentanglement metrics; moreover, this advantage grows with SAE scale. By providing a standardized framework for measuring progress in SAE development, SAEBench enables researchers to study scaling trends and make nuanced comparisons between different SAE architectures and training methodologies. Our interactive interface enables researchers to flexibly visualize relationships between metrics across hundreds of open-source SAEs at: www.neuronpedia.org/sae-bench

68 sitasi en Computer Science
DOAJ Open Access 2025
Translatorski dwugłos – współczesne uwarunkowania kolektywnego przekładu literackiego na przykładzie Kanady

Małgorzata Czubińska

THE TRANSLATOR’S DUAL VOICE: CONTEMPORARY CONDITIONS OF COLLECTIVE LITERARY TRANSLATION ON THE EXAMPLE OF CANADA Numerous historical examples and academic studies demonstrate that, prior to the Renaissance, collective translation was a commonly practiced form of translation. In contemporary times, however, literary translation is stereotypically perceived as a solitary activity, with the translator’s approach mirroring the original author’s creative process. The purpose of this article is to discuss the phenomenon of collective translation in light of the growing interest in Indigenous literatures in Francophone Canada, observable since 2015. Following an exploration of the historical causes of the paradigm shift and an examination of the contemporary conditions of the Canadian literary polysystem, the article analyzes the phenomenon of co-translations of Indigenous literatures from English into French, produced between 2014 and 2024.

Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2023
Construindo critérios de lematização para a Língua de Sinais Brasileira

Antonielle Cantarelli Martins, José Mario De Martino, Janice Gonçalves Temoteo Marques et al.

Resumo: A construção de dicionários, glossários e bancos lexicais de línguas de sinais, tanto impressos quanto online, requer decisões lexicográficas complexas. Um ponto crítico é a lematização, ou seja, o conjunto de critérios para definir quais grupos de sinais formam um lexema. Empregando o Dicionário da Língua de Sinais do Brasil: A Libras em suas mãos (Capovilla, Raphael, Temoteo e Martins, 2017) como corpus de análise, este estudo propõe critérios de lematização específicos para Libras nos níveis fonético-fonológico, morfológico e semântico. O estudo almeja oferecer subsídios para construção de corpora lematizados da Libras. O emprego de lematização favorece a anotação por glosa, bem como a organização das unidades lexicais e sistemas de busca, além de possibilitar avanços significativos na descrição quantitativa e qualitativa do núcleo lexical da Libras.

Romanic languages, Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2023
O sertão está em toda parte: o sertão-mundo rosiano na adaptação fílmica de Abril Despedaçado

Kamila Moreira de Oliveira Lima

No romance Abril despedaçado (Prilli i Thyer), Ismail Kadaré narra os últimos dias de vida de Gjorg Berisha, jurado de morte pelo Kanun, código de honra da região, em lúgubres descrições do gélido deserto albanês que se misturam às reflexões e sentimentos da personagem. A adaptação fílmica de mesmo título, dirigida por Walter Salles e com roteiro adaptado por Karim Aïnouz, por sua vez, transpõe a história para o sertão nordestino brasileiro, acompanhando o jovem Tonho em seu rumo à morte certa, desta vez cego pelo sol, e não pela neve. Em ambas as obras, está presente o denominado sertão-mundo, conceito derivado da obra de Guimarães Rosa, em especial Grande sertão: veredas (1956). Esta característica, destacada desde a publicação do romance nas discussões sobre o (trans)regionalismo da obra e o uso do espaço e tempo pelo autor (LORENZ, 1991; LEONEL; SEGATTO, 2009; HOISEL, 2014), é discutida aqui, portanto, em sua relação com a transposição da obra albanesa para o sertão nordestino. Neste artigo, portanto, buscamos estabelecer relações não tanto entre o romance de Kadaré e sua adaptação, mas entre ambos com a reflexão recorrente na obra rosiana de que o sertão está dentro de nós.

Romanic languages, Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2022
Hamlet’s Puns in Translation

Leonardo Augusto de Freitas Afonso

The pun, also called wordplay, is both a pervasive form of humor and a stumbling block for translators. The pun relieson the very matter of words, the signifier, as much as on meaning, usually meanings; it relies on oddities and coincidences in one particular language system, hence its supposed untranslatability. Nevertheless, translators do have a few resources available, which might involve sacrificing strict semantic fidelity, a procedure on the limit between translation and adaptation. This article sets out to present theory on puns, in themselves and in translation, and that theory will then be applied to an exploration of puns in William Shakespeare’s Hamlet, including how they fare in a set of Brazilian translations.

Romanic languages, Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2021
Vietnamese refugees in Britain: Language, translation, and the politics of protection in camp life and beyond

Rebecca Tipton, Annabelle Wilkins

Through the lens of assemblage thinking and “territorialisation,” this article examines the operationalisation of language support by the voluntary sector in the Thorney Island and Sopley camps, which temporarily accommodated Vietnamese refugee arrivals in Britain in the late 1970s and early 1980s. Drawing on archival sources, the role and agency of interpreters are foregrounded in an analysis of the relationships between the materiality of the camps, camp practices, and their impact on refugee experience. A post-camp initiative to train refugees as parasocial workers (a role that included interpreting) reveals a more person-centred approach, in contrast to what we have termed a solutionist approach to interpreting observed in the camps.

Translating and interpreting, Social sciences (General)
DOAJ Open Access 2020
Un traducteur au service de l’histoire des interprètes : Constantin Erbiceanu

Alina Pelea

Dans ce qui suit, nous nous proposons de présenter un texte encore peu connu dans le milieu traductologique roumain et encore moins dans celui international, mais qui peut être considéré doublement important pour l’histoire de l’interprétation. Il s’agit de la version roumaine (1897) des Biographies des grands dragomans (interprètes) grecs de l’Empire Ottoman d’Epaminonda I. Stamatiades (1865), signée par Constantin Erbiceanu. Le volume offre, d’un côté, une perspective inédite sur les Phanariotes qui se sont succédé pendant près d’un siècle à la tête des Principautés danubiennes et, de l’autre, des profils professionnels bien documentés, touchant à tous les aspects essentiels de la profession. En présentant la version roumaine du texte, nous voulons souligner l’importance d’un traducteur éclairé libre de choisir ses textes, ainsi que le rôle qu’une traduction peut jouer dans la connaissance de soi d’un peuple et à la consolidation d’une langue qui cherche ses assises, tel le roumain vers la fin du XIXe siècle. En subsidiaire, nous espérons convaincre de l’utilité de la traduction de cet ouvrage en une langue de grande circulation, au bénéfice des chercheurs en histoire de l’interprétation. Nous abordons le sujet à partir de plusieurs points de vue. Après un bref relevé du rôle et de la destinée de l’original, nous nous penchons sur la traduction en répondant à trois questions : Qui est le traducteur ? Pourquoi a-t-il considéré la traduction nécessaire ? Comment a-t-il traduit ? La question du « comment » est nécessairement envisagée sous l’angle de l’intervention paratextuelle du traducteur, du contenu en tant que source utile à l’histoire de l’interprétation et de la langue (la terminologie roumaine scientifique étant balbutiante à l’époque). À ce dernier égard, nous nous sommes arrêtée sur quelques emprunts du français pour voir si, par la suite, le roumain les a retenus et, si oui, sous quelle forme et avec quel(s) sens.

Language and Literature, Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2018
Terminologia do Licenciamento Ambiental Brasileiro em Português e Inglês

Caroline Lúcia Costa Moia Chichorro, Patrícia Chittoni Ramos Reuillard

Esta pesquisa objetivou repertoriar os termos do licenciamento ambiental brasileiro e oferecer seus equivalentes em língua inglesa. Foram utilizados dois corpora, nos idiomas português e inglês. Baseia-se nos pressupostos da Teoria Comunicativa da Terminologia (CABRÉ, 1999a), da Linguística de Corpus (SARDINHA, 2004) e no conceito de equivalência funcional (GÉMAR, 1998; SARCEVIC, 1997). Os corpora foram analisados com o programa AntConc (ANTHONY, 2014), com apoio da árvore de domínio e dos fluxogramas do licenciamento ambiental elaborados. Foram validados 371 termos do domínio do licenciamento ambiental. Dadas as diferenças jurídicas e culturais existentes entre as línguas selecionadas, evidenciadas na terminologia estudada, observou-se não ser possível oferecer um equivalente funcional para todos os termos repertoriados, reforçando a necessidade em prosseguir com a pesquisa.

Romanic languages, Translating and interpreting
S2 Open Access 2017
Better late than never: understanding Chinese philosophy and ‘translating it’ into the western academy†

R. Ames

Abstract ‘To translate’ means quite literally ‘to carry across, to bring across,’ that is, ‘to remove from one place to another.’ The questions I want to address in this essay are: To what extent have we been successful in, first, understanding the Chinese philosophical narrative and, then, in ‘carrying it across’ into the western academy? To what extent have we been able to grow and ‘appreciate’ (in the sense of value-added) our own philosophical parameters by engaging with this antique tradition? The self-conscious strategy of translation, then, must be to go beyond word-for-word translation and attempt to enable students of Chinese philosophy to read the seminal texts by providing them with a means of developing their own sophisticated understanding of a set of critical Chinese philosophical terms. The premise is that there is no real alternative but to cultivate a nuanced familiarity with the key Chinese vocabulary itself. It is in this effort to take Chinese philosophy on its own terms, then, that we must begin from the interpretive context by taking into account the tradition’s own indigenous presuppositions and its own evolving self-understanding. We must be aware of the ambient, persistent assumptions that have given the Chinese philosophical narrative its unique identity over time.

10 sitasi en Sociology
DOAJ Open Access 2017
Análisis de los rasgos lingüísticos de Maus y sus interferencias en la traducción al español

Análisis de los rasgos lingüísticos de Maus y sus interferencias en la traducción al español

Art Spiegelman abrió con Maus (1980-1991) un nuevo camino para la novela gráfica a nivel internacional: entrevistando a su padre, que le cuenta sus memorias sobre el Holocausto, presenta una historia de carácter confesional, inédita hasta entonces en este ámbito de manifestación artístico-literaria. Junto con la impactante representación de los personajes, destaca especialmente la historia de supervivencia en primera persona. En este trabajo, analizamos la importancia del lenguaje en Maus, y más concretamente los rasgos lingüísticos que caracterizan la forma de expresión del protagonista, cuya lengua materna no era el inglés, sino el polaco. Son numerosas las incoherencias y errores intencionados en el original (por ejemplo, “… I can tell you other stories, but such private things, I don’t want you should mention”). Para ello, trataremos de determinar si existen en estas incoherencias parámetros recurrentes y posibles influencias de otra(s) lengua(s). Finalmente, analizaremos cómo han podido interferir estas pautas en la traducción al español de una de las novelas gráficas más destacadas del siglo XX y la primera ganadora del Premio Pulitzer en 1992.

Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2016
Tradução de quadrinhos: uma reflexão sobre a identidade cultural pelo viés do estereótipo do judeu na linguagem dos quadrinhos

Gisele Marion Rosa

Em uma narrativa como a história em quadrinhos, em que se encontra uma relação de interdependência entre texto e imagem na construção do significado, parece-nos mais provável que as estratégias recorrentes de tradução recaiam na literalidade (Vinay & Dalbernet 1995), pois o texto verbal, em princípio, não poderia contradizer a ilustração que o acompanha, mas sim manter a relação estabelecida entre os dois códigos encontrada no original. Além disso, consideramos um aspecto central da formação do gênero Quadrinhos o caráter de inovação em relação às normas vigentes da linguagem verbal e não verbal, do ponto de vista da sua criação artística, onde temos “uma hibridização bem-sucedida de ilustração e prosa” (Eisner 2010). Desse modo, a linguagem inovadora e potencialmente plástica desse gênero, devido à liberdade de criação, propicia um espaço ideal para tratar de temas sensíveis e que instigam o debate e reformulação de conceitos enraizados numa dada cultura. Isto posto, propomos apresentar brevemente os dados de nossa investigação sobre como se dá o tratamento do estereótipo do judeu para o estudo da identidade cultural em um estudo de caso, a tradução de A História dos Judeus, de Stan Mack. Defendemos que a fruição de um objeto cultural na linguagem dos quadrinhos, quando traduzido e atravessando fronteiras, resulta numa comunicação intercultural que promove o diálogo, a evolução de pensamentos, conceitos e modos de ver o mundo pelo contato com o Outro numa velocidade maior do que aquela encontrada na leitura de livros em prosa. Procuramos identificar, assim, se a tradução apresentou uma tendência ao esvaziamento do estereótipo ou sua legitimação na construção do sentido. Ou em outras palavras, investigar se houve nas traduções uma revisão do estereótipo apresentado nas obras originais. Para tanto, foi feito o levantamento dos itens lexicais e elementos da ilustração que se referem ao universo da cultura judaica e analisamos o modo como eles são trazidos para as traduções. 

Romanic languages, Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2015
La integración de tecnologías de la traducción: ¿bendición o maldición?

Enrique Torrejón

Este artículo repasa la tendencia de los últimos años hacia una progresiva integración via API de distintas tecnologías de la traducción como los sistemas de gestión de traducción, las herramientas de traducción asistida y los sistemas de traducción automática, y las dificultades que tienen pequeñas y medianas empresas de traducción al tratar de implementarlos, especialmente cuando las ventajas de dicha integración no se materializan o se materializan con un coste no desdeñable.

Translating and interpreting
DOAJ Open Access 2014
The Labour of Concepts. Hypermodernity, Postmodern, Realism

Raffaele Donnarumma

I have been thinking and writing Ipermodernità (Hypermodernity) for the past ten years; it took a long time to circumscribe and to define the object of my inquiry. It's not a militant book properly, but it contains the traces of the many discussions that stimulated me during the composition of this book.

Geography. Anthropology. Recreation, Language. Linguistic theory. Comparative grammar

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