DOAJ Open Access 2025

Uma aula ou um coletivo? Educar é erguer existências e carregar corpos

Nancy Lamenza Sholl da Silva Maria Tavares Cavalcanti Emiliano de Camargo David Bruno Netto dos Reys

Abstrak

Esse trabalho pretende apresentar reflexões sobre uma experiência educacional na pós-graduação no campo da atenção psicossocial a partir de três questões: Quais existências se erguem e que corpos carregamos quando conjugamos o verbo aquilombar? Quais existências se erguem e que corpos carregamos quando reforçamos ou desconstruímos a branquitude? Quais existências se erguem e que corpos carregamos quando produzimos e legitimamos saberes decoloniais/contracoloniais? Essas questões surgem do desafio de constituir uma prática educacional decolonial antirracista. As aulas se transformaram numa experiência de coletivo que vem funcionando há um ano e meio, sua composição inclui relações intergeracionais, interraciais, interprofissionais, trabalhadores do “front” da saúde e da educação e ouvintes. Aquelas/es que trazem as marcas e traumas do colonialismo e da colonialidade têm que assentar-se em experiências de despedaçamentos e refazimentos de si. Essa é a mais visceral prática educacional à qual somos condenados. A principal característica de uma educação antirracista contracolonial/decolonial é aquela que forma e cultiva ouvintes e ouvidos.

Penulis (4)

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Nancy Lamenza Sholl da Silva

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Maria Tavares Cavalcanti

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Emiliano de Camargo David

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Bruno Netto dos Reys

Format Sitasi

Silva, N.L.S.d., Cavalcanti, M.T., David, E.d.C., Reys, B.N.d. (2025). Uma aula ou um coletivo? Educar é erguer existências e carregar corpos. https://doi.org/10.22481/odeere.v10i1.17216

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Informasi Jurnal
Tahun Terbit
2025
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DOAJ
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10.22481/odeere.v10i1.17216
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